O encontro reuniu profissionais fundamentais para a perfeita captação dos recursos destinados ao agronegócio.
O Sicoob Médio Oeste realizou na manhã de quarta-feira, 8 de julho, na Unidade Administrativa de Assis Chateaubriand, o lançamento do Plano Safra 2026/2027. O encontro reuniu representantes das assistências técnicas, cooperativas de produção, instituições e escritórios parceiros, fundamentais para a perfeita captação dos recursos destinados ao agronegócio.
As orientações foram repassadas por Eduardo Cesar Paschoalino, coordenador; Heloisa Santinoli Vaz, analista de agronegócio da Central Unicoob; Alex Vieira, consultor de agronegócio do CCS de Brasília; Sergio Luis Setti, gerente agro; e Tarcis Castro, gerente regional, representando todos os profissionais que atuam no agronegócio na área do Sicoob Médio Oeste, no Paraná.
“O Plano Safra 2026/2027 chega em um momento fundamental para o agro. No Sicoob Médio Oeste, reunimos nossos parceiros para apresentar condições que realmente fazem diferença: taxas competitivas, agilidade na liberação e consultoria especializada. Nosso objetivo é estar lado a lado com o produtor para planejar, investir e colher bons resultados na próxima safra”, disse Sergio Luis Setti, gerente agro do Sicoob Médio Oeste.
“Reunir nossos parceiros do agro para apresentar o Plano Safra 2026/2027 reforça o papel do Sicoob Médio Oeste como parceiro estratégico do produtor rural. Estamos trazendo linhas de crédito com taxas competitivas, prazos adequados e atendimento consultivo. Nosso compromisso é oferecer as melhores condições para que o cooperado planeje sua safra com segurança e possa investir no crescimento do campo”, afirmou Eduardo Cesar Paschoalino, coordenador de agronegócio da Central Unicoob.
“Estar junto com o Sicoob Médio Oeste na apresentação do Plano Safra 2026/2027 é reafirmar nossa parceria com o produtor rural. O CCS acredita que crédito com condições justas e suporte técnico são fundamentais para o campo seguir crescendo. Reunir parceiros e cooperados nesse momento é garantir que o produtor tenha acesso às melhores soluções para planejar e investir na próxima safra com segurança”, avaliou Alex Vieira, consultor de agronegócio do CCS de Brasília.
“O Sicoob Médio Oeste está investindo forte em pessoas e estrutura para atender cada vez melhor o agro da nossa região. Reunir nossos parceiros para apresentar o Plano Safra 2026/2027 é mais um passo desse compromisso. Estamos formando equipes especializadas, ampliando o atendimento consultivo e levando soluções de crédito que acompanham a realidade do produtor. Nosso objetivo é ser o parceiro que o cooperado precisa em cada etapa da safra.”, explicou Tarcis Castro, gerente regional no Paraná.
Sicoob projeta liberação de R$ 70 bilhões em crédito rural para o agro brasileiro
O Sicoob projeta a liberação de R$ 70 bilhões em crédito rural para a Safra 26/27, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento do agronegócio brasileiro. O anúncio acompanha o balanço final da Safra 25/26, encerrada com R$ 59,5 bilhões em crédito rural liberado, crescimento de 6,88% sobre o ciclo anterior, em mais de 194,7 mil operações realizadas em todo o Brasil.
Perspectivas para a Safra 26/27
Para a agricultura familiar, o Sicoob vai oferecer R$ 11,5 bilhões via Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), volume 39% maior que o da safra anterior. Para os produtores de médio porte, serão R$ 15,8 bilhões via Pronamp (Programa de Apoio ao Médio Produtor Rural), aumento de 48% em comparação ao anterior, reforçando o papel do Sicoob no fortalecimento da base da produção agrícola nacional.
Para os demais produtores, serão disponibilizados R$ 42,7 bilhões, que consolida a atuação da instituição também junto aos grandes produtores e às principais cadeias produtivas do agronegócio brasileiro.
Em relação às atividades produtivas, a expectativa é de que a agricultura concentre a maior parte do crédito projetado, em torno de R$ 27,8 bilhões (40%), seguida pela pecuária, com cerca de R$ 19,5 bilhões (28%), além de uma parcela sem direcionamento específico, estimada em R$ 22,7 bilhões (32%).


