Dizem que recordar é viver… e como é doce mergulhar nas lembranças que marcaram uma época! Hoje, voltamos ao ano de 1981, numa noite inesquecÃvel na sede social do Verde Vale Clube de Assis Chateaubriand.
Naquele cenário elegante e vibrante, a ORBRASP – Organização Brasileira de Pesquisas, fundada e dirigida pelo jornalista Ademir Brito dos Santos, ofereceu um baile memorável. A música ficou por conta da consagrada Banda Os Três do Rio, considerada uma das melhores do Brasil, que embalou os corações e fez daquela noite um verdadeiro espetáculo.
O motivo era nobre: a entrega solene do Certificado de Consagração Pública aos melhores do ano, escolhidos por pesquisa da ORBRASP. Na fotografia que guardamos com carinho, vemos o profissional Jaime Barivieira recebendo das mãos da senhora Diolinda Micheletto o tÃtulo de Eletricista do Ano. Ao lado dela, seu esposo, o saudoso ex-deputado federal Moacir Micheletto, que por seis mandatos representou com dignidade o povo paranaense. Ao fundo, duas mulheres cuja identidade ainda nos escapa – e aqui fica o convite para quem as reconhecer, nos ajudar a completar essa memória.
As entregas da ORBRASP tornaram-se, por muitos anos, o grande acontecimento social de Assis Chateaubriand. Empresários da indústria, comércio, profissionais liberais e técnicos aguardavam ansiosamente por esse momento, que movimentava também o comércio de roupas, calçados e salões de beleza. Era uma noite de gala, comparável aos grandes desfiles de moda.
Jaime Barivieira relembra com emoção: o paletó que vestiu naquela noite foi emprestado pelo inesquecÃvel Nelson Boiago, e a calça da grife Pierre Cardin foi presente do irmão Ari, comprada em Cascavel. Detalhes que revelam o cuidado e a importância que se dava a esse evento tão concorrido.
Foram muitas noites como essa, espalhadas não apenas por Assis Chateaubriand, mas também por cidades do Oeste e grandes centros de São Paulo, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina. Cada baile, cada entrega, cada música tocada pela banda, deixou marcas profundas em nossa memória coletiva.
Hoje, ao revisitar essa história, sentimos o coração aquecido. Recordar é viver… e viver é agradecer. Nosso muito obrigado ao Jaime por compartilhar essa foto que nos transporta de volta a um tempo de brilho, emoção e celebração.



