Alegria, paz, felicidade e amor. Tudo isso é Natal. Os diferentes costumes que envolvem a festa de Natal nos dão razão para nos alegrar Com o nascimento do Menino Jesus.
Nós nos preparamos para a festa do Natal fazendo uma limpeza em nossas casas, a fim de receber as pessoas que prometeram fazer-nos uma visita. Mas não apenas familiares e amigos nos visitarão. Há mais alguém que quer entrar em nossas casas e desfrutar da festa conosco. Ele disse: “Escutem: eu estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, eu entrarei na sua casa, e nós jantaremos juntos” (Apocalipse 3.20). Quem diz isto é Jesus Cristo. Assim como ele assistia às festas durante o seu ministério aqui na terra, assim ele também quer entrar em nossos corações e viver conosco, e repartir conosco a sua alegria, a sua paz e a sua companhia.
Celebramos o Natal com música própria. Esta música sempre nos emociona. E absolutamente natural cantar no Natal, pois foi exatamente isto o que fizeram os anjos que anunciaram o nascimento de Jesus aos pastores que cuidavam das suas ovelhas perto da vila de Belém. Como não deve ter ecoado naqueles campos e por aquelas colinas o canto dos anjos: “Hoje, na cidade de Davi, nasceu o Salvador de vocês – o Messias, o Senhor! – Glória a Deus nas maiores alturas do céu! E paz na terra para as pessoas a quem ele quer bem!” (Lucas 2. 11, 14).
Muitos têm o costume de armar um presépio. Passam horas arrumando as pequenas figuras, e ficam na expectativa da noite em que finalmente colocam a figura do Menino Jesus no bercinho de palha. Desta maneira as pessoas revivem a longa espera dos judeus pela chegada do Salvador prometido. Muitos presépios não se parecem com o povo judeu, mas com o próprio povo das pessoas que o armam. Este costume nos lembra que o Cristo veio para salvar as pessoas de todo o mundo.
Na celebração do Natal também há presentes. Como começou este costume? Ele é uma lembrança natural do fato de que, no Natal, Deus ofereceu à humanidade o seu maior presente, o que ele tinha de mais precioso: o seu próprio e único Filho. E o Filho de Deus ofereceu-se a si mesmo na cruz por nós, para nos livrar da culpa dos nossos pecados. Quando se crê em Cristo, recebe-se o maior de todos os presentes. Por isso devemos lembrar o grande presente de Deus quando trocamos os nossos presentes na noite de Natal.
O Natal também é festejado em família. Este talvez seja o melhor de todos os costumes que envolvem a celebração do Natal: a aproximação das famílias. Casais desunidos resolvem se perdoar e esquecer os problemas. Pais que procedem com exagerado rigor ou que foram indiferentes para com os seus filhos, mudam de atitude e expressam emoções verdadeiras e cordiais para com eles. Até nos presídios há expectativa em razão do indulto de Natal”, que é a liberdade que no Natal sempre é concedida a alguns presos.
Esta harmonia é uma amostra do que Deus deseja compartilhar com todos nós todo o tempo. Através da obra redentora de seu Filho, Deus deseja reunir-nos na festa que ele está preparando para nós no céu. Lá não haverá mais desunião e nem injustiças.
Todas as famílias do mundo que se arrependem e creem na Boa Nova, que é Jesus, o Salvador, experimentarão uma paz eterna adquirida para nós pelo sangue de Cristo, o Príncipe da Paz.
Por fim, o mais importante que foi o objetivo desta reflexão que não deve ser esquecido no Natal.. E o costume de meditar sobre o significado desta festa.
Amigo leitor, você deseja que a alegria e a paz do NATAL penetre no mais profundo recanto do seu ser? Isto é possível. Simplesmente observe os costumes do NATAL e aí você verá a CRISTO, o SALVADOR, tocando a porta de seu coração. Pela fé, deixe-o entrar, e festeje o NATAL com Cristo.
* Filósofo e teólogo – professor de filosofia, antropologia e história.
Professor da Rede Estadual de Educação
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