
Há que se parabenizar os colégios que já elegeram, os que estão elegendo e os que pretendem eleger grupos de vereadores mirins. Os vereadores mirins são importantes porque incentivam os jovens a entenderem como funciona a política, promovendo a cidadania e o senso de responsabilidade social. No colégio, eles representam os colegas, aprendem a debater ideias e propor soluções. Para a cidade, é uma forma de formar futuros líderes mais conscientes e participativos.
Quem sabe um dia…
Numa recente participação num programa da Rádio Pitiguara, revelei que meu maior sonho é ver um dia todas as escolas com uma matéria especial sobre a história da cidade. Sua colonização, os colonizadores mais importantes, as primeiras empresas, os políticos, o que fizeram e o que podiam ter feito.
Berço é tudo
Ensinar a história da cidade para alunos, desde as séries iniciais, é essencial para fortalecer a identidade local, o sentimento de pertencimento e o respeito pela comunidade. Isso ajuda as crianças a valorizarem suas raízes, entenderem as transformações do lugar onde vivem e se sentirem parte ativa da construção do futuro da cidade.
Gésúiz, o que é isso!?
Fiquei com vergonha alheia dias desses com a resposta de um estudante quando lhe perguntei se ele sabia quem foi o homem cuja cidade leva o nome. Ele respondeu que Chateaubriand era o “dono” de todas as terras do município, por isso a cidade leva o nome dele. Alguma coisa está errada…
Cidade da família
Os anos que morei em Cáceres-MT me ensinaram o que é o amor por uma cidade. Como assessor de imprensa da Prefeitura daquele município, pude visitar todas as escolas municipais. Era emocionante ver como aqueles jovens e crianças definiam a terra em que vivem. É amor incondicional, chamam a cidade de Princesinha do Paraguai, por causa do Rio que passa ao largo. Ai de quem falar mal da cidade lá!
O perigo mora em casa
Por falar em criança, quem tem filhos ou netos menores e se preocupa com o que eles andam venda no celular não tem sossego. Um pouquinho de descuido lá estão eles correndo o risco de serem cooptados por algum tipo de bandido da internet, dos piores possíveis. Não adianta dizer que basta ensinar, porque isso parece que adianta, mas não funciona. Criança é bicho curioso e não consegue medir o tamanho do buraco que podem cair.
Vigiar é preciso
Não se pode tirar a liberdade da criança em conviver com as novas tecnologias, mas tem que ser de rédeas curtas. Observar o tempo todo. Jogos como o Roblox, febre da molecada, embora populares e criativos, podem oferecer riscos às crianças se usados sem supervisão. Entre os perigos estão o acesso a conteúdos inadequados, interação com desconhecidos e exposição a golpes virtuais. Por isso, é importante que pais e responsáveis acompanhem o uso, ativem controles parentais e orientem sobre segurança online.
Exemplos não faltam
Há poucos dias, vi num desses programas que “saem sangue”, uma mulher contando que seu filho passava o tempo jogando “games inocentes”. Até que ela começou a notar mudanças de comportamento da criança: ele se retraiu e deixou de participar de atividades familiares de que antes gostava. Quando ela checou o histórico do filho no Roblox, descobriu que ele vinha se comunicando com outros usuários por intermédio de um aplicativo feito por terceiros – e que havia sido induzido a mandar fotos sexualmente explícita de si mesmo para outras pessoas. Cuida!



