sexta-feira, 6 março, 2026
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Tragédia no Monte Rinjani: brasileira Juliana Marins morre após queda em trilha na Indonésia

INDONÉSIAA brasileira Juliana Marins, de 26 anos, morreu após sofrer um grave acidente durante uma trilha no Monte Rinjani, um dos vulcões mais altos da Indonésia. A confirmação da morte foi feita por sua família nesta terça-feira (24), após quatro dias de intensas buscas e tentativas de resgate.

Juliana, natural de Niterói (RJ), era publicitária e apaixonada por viagens de aventura. Ela estava em uma expedição rumo ao cume do vulcão quando caiu de um penhasco em uma área de difícil acesso. Inicialmente, drones localizaram a jovem com vida, presa entre as pedras a cerca de 500 metros de profundidade. No entanto, com o passar dos dias, ela escorregou ainda mais, sendo encontrada posteriormente a mais de 1.000 metros.

As equipes de resgate enfrentaram condições extremamente adversas: neblina densa, risco de deslizamentos e falta de equipamentos adequados dificultaram o avanço. Apesar da presença de helicópteros, o mau tempo impediu qualquer tentativa aérea de resgate.

A operação mobilizou voluntários, autoridades locais e o governo brasileiro. O Itamaraty informou que acionou representantes indonésios no mais alto nível para reforçar os esforços de resgate. A tragédia gerou comoção nas redes sociais e críticas à condução da operação por parte das autoridades indonésias, que chegaram a divulgar informações contraditórias sobre o estado de Juliana nos primeiros dias.

Políticos, artistas e internautas lamentaram profundamente a perda. A atriz Tatá Werneck classificou o caso como “um descaso absurdo”, enquanto o governador do Rio, Cláudio Castro, destacou o vazio deixado por Juliana em quem a conhecia.Juliana estava em uma viagem pela Ásia e compartilhava suas experiências nas redes sociais. Sua morte levanta questionamentos sobre a segurança em trilhas turísticas e a preparação

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