O melhor da vida ainda é viver, mesmo que haja contínuas dificuldades que afetam nosso estado emocional, nos afastando dos nossos ideais. Ainda que haja dores ou enfermidades; ainda que surjam contrariedades, que possam gerar incertezas ou desanimo entre tentas outras situações, quer sejam materiais ou financeira; ainda assim eu quero continuar desfrutando do melhor que ou seja: a vida. Não é o cansaço físico, nem a vida sentimental abalada, ou ainda problemas espirituais que venham afetar nossa vida religiosa. Enfim, ainda assim, eu quero é viver e aproveitar bem, todas as suas etapas da minha existência. E assim, o melhor é estar vivo, pois a continuação da vida em nós, leva-nos a preservarmos a esperança que o dia seguinte pode ser melhor, mesmo em meio as adversidades.
Precisamos entender que, de fato, a vida tem várias etapas. As etapas são as fases em que se divide o período de vida de um indivíduo, desde o seu nascimento até a morte. Os seres humanos passam por 4 fases na vida que são: a infância, adolescência, idade adulta e velhice. Elas ocorrem dentro do ciclo da vida que possui dois eventos; o nascimento e a morte. Mas o assunto aqui, são as etapas que vivemos no dia a dia, nas 24 horas do dia, ou nos 30 ou 31 dias que completam o mês, ou aquilo que planejamos para o ano em curso. Falar sobre essas etapas do seu cotidiano é entender que em cada dia vivemos emoções diferentes. Por vezes, já saímos de casa para o trabalho, com algumas situações mal resolvidas, ou mesmo ficando em casa nos serviços domésticos, ou no nosso relacionamento familiar, vivemos momentos, que geram em nós, a sensação de que algo está por fazer, complementar, ou está faltando qualquer coisa, ou ainda aquilo que pode acontecer. Observa-se diante disso, que cada dia traz consigo algo que transforma o nosso humor, as vezes, para melhor, ou para pior. Nem sempre conseguimos ser a mesma pessoa dentro dessas 24 horas, porque temos dificuldade em administrar isso bem! Por vezes, nem nós mesmos, entendemos como isso ocorre.
Outra hora estamos aborrecidos, não porque alguém nos aborreceu, mas alguma coisa dentro de nós está nos inquietando, trazendo inclusive momentos angustiantes sem medida. Percebemos então, que alguma coisa, precisa ser ajustada, e temos dificuldade de entender como isso funciona. São sintomas pessoais, que na maioria das vezes estão relacionados com emoções escondidas. Não é nada físico, mas afetam toda nossa estrutura física. Isso e muitos outros momentos que chegam de surpresa nessas etapas diárias da vida, precisamos aprender a administrar para o nosso próprio bem estar.
Roberto Cosme dos Santos é Sociólogo, Teólogo com especialização em Psicologia Pastoral, Terapeuta, Palestrante, Pastor da Igreja Presbiteriana Renovada do Brasil e membro de Academia de Letras do Oeste do Paraná. |